Síndrome de Turner

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A síndrome de Turner é uma doença muito rara que só acomete mulheres. Além disso, a doença só afeta 1 em 3000 nascimentos de meninas.

O surgimento dessa síndrome é causado pela falta do cromossomo X do espermatozoide paterno. Ou seja, quando a doença é confirmada o portador apresenta somente um cromossomo em seu fenótipo, X ao invés de apresentar XX para mulheres ou XY para os homens.

Características da Síndrome de Turner

Normalmente, a síndrome é diagnosticada logo no nascimento ou antes do início da puberdade. Isso porque, as pessoas que apresentam essa doença têm baixa estatura, normalmente não passam do 150 cm. Além disso, apresentam cabelos na nuca, retardo mental, pescoço grudado no tronco, órgãos genitais infantis, ovários quase sem funcionamento. Ou seja, uma mulher que apresenta a síndrome dificilmente conseguirá ser mãe, porém existem alguns relatos de tal acontecimento.

Quando chegam na puberdade, essas meninas não desenvolvem as características secundárias do sexo feminino, por exemplo, não apresentam menstruação, ficam com os órgãos genitais despigmentados, não apresentam grandes quantidades de pelos pubianos, não desenvolvem as mamas e diversas outras características comuns à pessoas sem esta síndrome apresentam.

Problemas na saúde

As portadoras da síndrome de Turner apresentam algumas complicações na área da saúde, como por exemplo, uma disfunção e insuficiência renal, problemas na digestão, problemas no aparelho circulatório. Além disso, as meninas que apresentam a doença tem um retardo mental em consequência da falta de substancias no organismo.

Como é feito o Tratamento?

Quem é diagnosticado com a síndrome de Turner deve receber aplicações de estrógeno para estimular o desenvolvimento das características sexuais secundárias e também, para que a menstruação possa ocorrer normalmente. No entanto, esse tratamento só pode começar aos 16 anos, idade essa, onde o desenvolvimento já está bem comprometido. Porém, é nessa idade onde a taxa de produção de hormônio do corpo está mais alta, mesmo que não possa ser comparada nem de perco com a de uma pessoa normal.

O excesso de pele que se acumula no pescoço pode ser retirada com operações, assim a pessoa se sentirá um pouco mais confiável para lidar com a sociedade.

Não existe cura para essa doença, o que existe é um tratamento que ajuda a combater os sintomas e dar uma melhor qualidade de vida para os pacientes. Sendo assim, é importante que o diagnostico seja feito o quanto antes, assim o tratamento começa o quanto antes.

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